Publicado por: Beleza Sustentável ® em: 22 22UTC janeiro 22UTC 2010
Paulo Borges recebeu um e-mail, nesta sexta-feira, de ninguém menos que Anna Wintour, a toda-poderosa da “Vogue” norte-americana. No corpo da mensagem, que respondia a uma carta enviada por Paulo, um convite. Anna chamou a cabeça pensante da moda brasileira para participar de uma reunião com ela e representantes do CFDA – Council of Fashion Designers of America, organização que se preocupa com questões que envolvem o mercado.
O convite, prontamente aceito por Paulo, tem a ver com um assunto que é tabu tanto nos corredores da Bienal, em São Paulo, quanto nas principais semanas de moda do mundo: a magreza das modelos. E, claro, não é à toa que Anna convocou Borges.
Foi justamente ele, no comando da Luminosidade, que criou em 2007 a primeira cartilha contra a magreza excessiva das meninas. E na carta que mandou para ela e outros formadores de opinião da área, ele fazia justamente um alerta sobre o problema. O encontro está marcado para o dia 9 de fevereiro, em Nova York.
Publicado por: Beleza Sustentável ® em: 20 20UTC janeiro 20UTC 2010
Fiquei encantada ao entrevistar hoje no “Pode Entrar!”, o programa de TV do Glamurama, Cecilia Dean. Ela mora em Nova York e é editora da revista “Visionaire” e também da “V”, as duas, luxuosas. Mulher moderna, muito elegante, antenada, cool e simpática, muito simpática. Mas o que mais me chamou a atenção entre todas essas qualidades foram duas coisas que ela falou no meio da entrevista. Não foi um comentário sobre moda, que ela domina como poucas, não foi sobre arte ou sobre suas revistas. O que eu gostei mesmo foi que ela falou que mudou de Manhattan para o Brooklin por causa do namorado. E que só mesmo um namorado para fazer uma mulher como ela mudar assim completamente de cenário e de endereço. Outra coisa: Cecilia Dean, quando perguntada sobre endereços secretos em Nova York, seus lugares preferidos, disse que, para ela, programa bom é…comer! Acreditem se quiserem! Enfim, uma mulher de verdade! Finalmente alguém que além de estar na moda…gosta de comer bem e assume que muda de vida por causa de um namorado. Ah, isso é que é mulher de carne e osso. Mulher inteligente, moderna. Isso é que é ser elegante. E não usar cabelo comprido, roupa da moda e salto alto.
Site Glamurama no Portal UOL
Publicado por: Beleza Sustentável ® em: 19 19UTC janeiro 19UTC 2010
Se você é daquelas que acredita que pular alguma refeição ou praticar outra atividade em excesso, na tentativa de driblar a fome, ajuda a emagrecer, esqueça. Esse é um comportamento de risco
Não é por outro motivo que o provérbio popular que diz “no meio está a virtude” faz tanto sucesso há milhares de anos. Mesmo as atitudes mais saudáveis, como beber água, por exemplo, se forem exageradas, vão fazer mal à sua saúde. Quem resistiria a tomar dez litros de água por dia? Ou fazer exercícios em programas de 12 horas diárias… o que aconteceria? Isso vale para tudo. Inclusive quando o assunto é alimentação.
Comer de forma adequada e balanceada é fator primordial para manter a saúde em dia – e isso significa ficar bem longe de algumas doenças, afastar o risco de contrair outras tantas e ainda retardar o envelhecimento. Estudos mostram que uma alimentação saudável é capaz de reduzir o risco de males crônicos, como os cardiovasculares, diabetes, osteoporose, artrite, câncer e Alzheimer, entre outros.
Dessa lista faz parte, obviamente, a obesidade, que gera outras doenças e compromete não só o bem-estar físico, mas o psíquico, já que corrói a auto-estima. Para vencer esse problema, no entanto, não vale buscar soluções mirabolantes. Na ânsia de driblar a vontade de comer, muita gente acaba caindo na tentação de trocar o mastigar permanente por outras atividades. Sempre em excesso. Ou seja, abandona a compulsão pela comida e abraça outra causa.
“Parei de comer e só trabalhava: fiquei doente!”
Com o objetivo de vencer profissionalmente e ganhar dinheiro, muitas pessoas procuram mostrar sua competência de forma exagerada. O trabalho pode vir acompanhado da capacidade de roubar espaço de outros sentimentos mais difíceis de ser vivenciados. Na compulsão pelo trabalho, o ser humano exclui da própria vida as opções do lazer, as pausas nos fins de semana e o convívio descontraído com a família, entre outras. “Nesse caso, a pessoa exige dos outros o mesmo ritmo que escolheu para si. Conseqüentemente, critica demais, exige perfeição, dedicação e devoção de todos que a cercam. Enfim, quer que os outros se comportem igual a ela. O próprio compulsivo sofre com isso. Normalmente são pessoas severas, isoladas, inflexíveis, perfeccionistas, amargas e exageradamente realistas”, analisa a psicóloga Silvana Martani.
A publicitária S.C., de 37 anos, não se conformava com o sobrepeso adquirido ao longo dos anos e encontrou no trabalho uma forma de reprimir sua angústia: “Como não estava contente com minha posição na empresa, foquei meus esforços numa promoção em curto prazo. Comecei a trabalhar mais de 12 horas por dia e, a cada elogio, sentia-me vitoriosa e feliz. Minha saúde foi afetada por esse comportamento, pois deixei de fazer uma alimentação correta e tinha, todos os dias, dores de cabeça horríveis”. Apesar de tudo, Sara não emagrecia. “Quando conquistei a promoção, decidi mudar minha rotina e passei a trabalhar menos, apesar das responsabilidades. Nesse momento, minha saúde física e mental era mais importante. Com a ajuda de um nutricionista, passei a comer direito e, com o apoio famíliar, retomei o prazer pela vida.”
Mas o que é, afinal, compulsão? É um hábito que traz alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade ou angústia, mas que não oferece bem-estar mental pleno, nem conforto físico, nem adaptação social. A compulsão se caracteriza por se apresentar de forma freqüente e excessiva. Segundo a psicóloga, especialista em obesidade do Hospital Beneficência Portuguesa, Silvana Martani, o prazer ou alívio trazido por qualquer prática induz à repetição. E é aí que mora o perigo. Com o tempo, a pessoa fica com uma sensação negativa, de culpa, por não ter resistido ao impulso.
Se você está na fase de trocar o prazer da comida por outro, qualquer que seja ele, cuidado. É possível que resolva um problema antigo e adquira um novo. Sabe aquela história de quem abandona o cigarro e engorda, porque fica comendo bombons sem parar? Isso se repete em quem abraça uma dieta e resolve, para compensar, divertir- se numa mesa de jogo 24 horas por dia. Conheça, a seguir, as principais compulsões e descubra como se manter longe delas!
Atitudes pró-saúde
Se você não pretende entrar no jogo da compensação – que só traz derrotas –, o primeiro passo é perceber que o seu problema com a comida precisa ser resolvido e não trocado por outro.
Comece a prestar atenção em tudo o que ingere, promovendo uma espécie de reeducação alimentar.
Ao contrário do que se pensa, ela não é um regime, mas sim a adoção de um plano de alimentação saudável, adequado às necessidades individuais.
“As mudanças não acontecem de um dia para o outro, são graduais. Não há sofrimento, mas ganho de saúde e disposição”, garante a nutricionista Mariana
Del Bosco, de São Paulo, consultora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade.
Com o apoio de profissionais especializados – endocrinologistas ou nutricionistas – há maior garantia de sucesso, mas você pode adotar, aos poucos, mudanças no cardápio que vão fazer toda a diferença.
Consuma seis refeições diárias, sendo três maiores – café da manhã, almoço e jantar – e três menores – lanche da manhã, lanche da tarde e ceia. “Elas têm a função de quebrar o jejum e, portanto, são de pequeno volume”, diz a nutricionista Mariana Del Bosco.
“Ao distribuir as refeições, regulamos o metabolismo e garantimos energia e nutrientes no momento correto da necessidade de cada órgão, além de evitar que fiquemos muitas horas sem nada no estômago, o que leva à compulsão assim que tivermos chance.
Nunca use a comida como válvula de escape, seja de forma negativa – aliviar um dia estressante, superar uma briga com alguém –, seja de forma positiva, como comemorar alguma conquista ou festejar algo com as pessoas queridas.
Com o domínio do seu apetite, comer tudo o que se gosta, mas sem exageros, é viável, sim”, garante a especialista.
“Comprei meio shopping para fechar a boca”
O comprador compulsivo é praticamente um dependente do ato de trocar seu dinheiro por qualquer objeto, pois acaba por consumir apenas pelo fato em si e não pela necessidade. Ir ao shopping sem comprar é quase impossível. A dona-de-casa Júlia Mendes, de 32 anos, se encaixava nesse perfil. “Sempre tive uma vida financeira confortável, deixei de trabalhar quando casei e engordei 12 quilos, pois beliscava o dia inteiro. Fazer compras preenchia o tempo livre e, apesar de muitas vezes gastar um valor exorbitante e me sentir culpada, não conseguia vencer esse vício”, confessa.
O comprador compulsivo é praticamente um dependente do ato de trocar seu dinheiro por qualquer objeto, pois acaba por consumir apenas pelo fato em si e não pela necessidade. Ir ao shopping sem comprar é quase impossível. A dona-de-casa Júlia Mendes, de 32 anos, se encaixava nesse perfil. “Sempre tive uma vida financeira confortável, deixei de trabalhar quando casei e engordei 12 quilos, pois beliscava o dia inteiro. Fazer compras preenchia o tempo livre e, apesar de muitas vezes gastar um valor exorbitante e me sentir culpada, não conseguia vencer esse vício”, confessa.
“Os hábitos de consumo são mais emocionais que racionais”, afirma Dílson Gabriel dos Santos, que leciona Comportamento do Consumidor na Universidade de São Paulo (USP). Ele esclarece que comprar por compulsão é satisfazer uma atração instantânea pelo produto, seja por causa da embalagem, do preço ou do apelo publicitário. Para ele, é importante enfrentar o distúrbio com auxílio médico, como fez Júlia: “Matriculei-me na ioga, sou voluntária em uma creche e cuido da minha casa e do bem-estar da família. Procurei outras atividades para me livrar da compulsão pelas compras”
“Cigarros e álcool em vez de comida saudável”
“Vivemos uma época na qual as compulsões são mais conhecidas. Os estímulos socioculturais para alguém se tornar compulsivo também aumentaram e isso acontece principalmente quando não há respaldo familiar”. A opinião é do psiquiatra, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo, Eliseu Labigalini Júnior. Para o médico, fumar e beber estão entre os principais vícios desenvolvidos, pelo menos, nas duas últimas décadas.
A auxiliar de enfermagem L.C., de 25 anos, passou recentemente pela experiência da compulsão. “Comecei a fumar aos 15 anos e sempre fui muito tímida, por isso durante toda a minha vida construí poucas amizades e tive menos namorados, pois me sentia feia e gorda. Logo tive meu primeiro emprego e passei a beber muito também. Com isso, os problemas começaram a aparecer. Trabalhava durante o dia e fumava de um a dois maços de cigarro diariamente.
Depois ia para casa e bebia muito. Já não tinha disposição para nada e comer era a última coisa que lembrava de fazer”. Leila foi demitida por justa causa: excesso de bebida. “Nesse momento, decidi mudar de vida. Participei de terapias em grupo e procurei apoio familiar. A batalha é difícil, pois até hoje continuo na luta. Apesar das dificuldades, reconquistei minhaauto-estima, arranjei um novo emprego e até tenho um namorado”, diz. “A cura desse tipo de compulsão é paulatina e depende do esforço de quem deseja, mesmo, livrar-se desses vícios”, pondera o psiquiatra Eliseu Labigalini Júnior.
O bem de comer bem
Segundo dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde, no Brasil as doenças degenerativas são responsáveis por 72% de todas as mortes, causando um prejuízo anual de 3 bilhões de dólares. Outra revelação mostra que pelo menos 80% das mortes por problemas cardíacos, diabetes e derrames e 40% dos óbitos por câncer poderiam ser prevenidos com dietas saudáveis. “A boa alimentação nos mantém mais alertas e inteligentes, porque melhora o aprendizado, a memória, a velocidade de raciocínio e cognição”, garante a nutricionista T. R., da RG Nutri de São Paulo, na Capital.
“Troquei a comida pelo pano verde!”
Dedicar-se demais ao jogo perturba as atividades pessoais, familiares e ocupacionais. A empresária B.L., de 36 anos, lembra de ter vivido um período em que jogar tinha mais importância, para ela, do que comer:
“Foi uma fase triste. Eu estava insatisfeita pessoal e profissionalmente, sem contar com os vários quilos a mais que me acompanhavam desde a adolescência. Achei, então, que o jogo poderia funcionar como uma distração. Marcava com as amigas, ficava jogando até tarde da noite e muitas vezes deixava de comer. O resultado dessa rotina de três meses é que emagreci cinco quilos, mas ganhei uma anemia, além de ter jogado também minha auto-estima lá embaixo”.
A história de B. só não teve um final tão ruim porque ela logo tratou de procurar ajuda médica. “Jogar pode se tornar a única forma de prazer para algumas pessoas. O jogador compulsivo costuma ser inconseqüente, gastando o que não tem, perdendo a noção de realidade. Procurar apoio médico, de amigos e parentes ajuda a perceber o vício e vencer os problemas”, orienta a psicóloga Silvana Martani.
“Percebi que estava viciada em jogo e nada me interessava a não ser ganhar, ganhar e ganhar. Resolvi então procurar um psiquiatra e comecei um tratamento. Hoje posso dizer que sou feliz, pois ganhei um novo emprego, mantive meu peso atual e abandonei o pano verde.”
Matéria de Paula Marinho
Publicado por: Beleza Sustentável ® em: 18 18UTC janeiro 18UTC 2010
Defina o que deseja concretizar e aprenda a fazer um plano de ação
Milhões de pessoas oram todos os dias pedindo que lhes seja mostrado o caminho, que tenham forças e fiquem livres dos perigos. Entretanto, poucas pessoas se perguntam para onde estão indo, o que querem realmente da vida, o que vão verdadeiramente ganhar ou perder quando chegarem lá.
Mas como, se nem sabem para onde querem ir?
Antes de procurar o caminho devemos especificar nossos objetivos. Estes devem estar alinhados com os nossos valores, nossos princípios orientadores, dos quais não queremos e não podemos nos afastar. É como diz o escritor norte-americano John Schaar:”O futuro não é o resultado de escolhas entre caminhos alternativos oferecidos pelo presente, e sim um lugar criado. Criado antes na mente e na vontade, criado depois na ação. O futuro não é um lugar para onde estamos indo, mas um lugar que estamos criando. Os caminhos não são para ser encontrados e, sim, feitos. E a ação de fazê-los muda ambos, o fazedor e o destino.”
Objetivos respondem a pergunta “O que eu quero alcançar?”.Liste seus objetivos por escrito. Não importa quais tipos de objetivos você tenha em mente. Eles devem ser escritos. O que não merece ser escrito, não merece ser realizado.
Plano de ação
Uma vez escritos seus objetivos, faça o seu plano de ação. Responda a essas perguntas:
O que preciso fazer para alcançar os meus objetivos?
Quais recursos já tenho e de quais recursos vou precisar?
Quem pode me ajudar?
Esses objetivos dependem somente de mim, ou dependem também de outras pessoas?
Em quanto tempo quero isto realizado? Estabeleça uma data limite.
Estratégias
Respondidas essas perguntas acima é hora de pensar nas estratégias. Como conseguir os recursos? Como convencer outras pessoas a me ajudarem? Quantas horas por dia, por semana, devo me dedicar a cada projeto? A palavra estratégia, significa “arte do general”, do francês stratégie; “oficício ou comando do general”, do grego strategia. Como a etimologia evidencia, estratégia tem a ver com a preparação detalhada e cuidadosa para a batalha. O general que for para a batalha sem se preparar está condenando o seu exército a sangrar, o seu país à derrota no campo de batalha.
Evidências sensoriais
Estabeleça as evidências sensoriais orientadoras. Evidências são os sinais, os indicadores de que estamos no caminho certo. Se um dos meus objetivos é fazer um curso em outro país, visitar o site da universidade é um indicador. Escrever um e-mail pedindo informações e a resposta desse e-mail é outro indicador. As pessoas em geral não valorizam nem prestam atenção às pequenas coisas que fazem nem ao que acontece diariamente. Depois ficam frustradas quando não conseguem ou se surpreendem quando seus objetivos são alcançados meio “ao acaso”. A construção de um edifício é resultado de uma infinidade de pequenas ações continuadas e ininterruptas. Milhares de tijolos são assentados um a um. Porém o edifício só fica pronto depois de um último detalhe final, como a instalação da última tomada elétrica, que sozinha representa muito pouco, diante de tudo que foi feito.
Ação
Não fique somente no sonho. Parta para a ação. Lembra da música de Milton Nascimento? “Longe se vai sonhando demais, mas onde se chega assim?” As pessoas bem sucedidas são muito focadas. Trabalham muito para conseguirem o que querem.
Controle mental
Esteja atento aos seus pensamentos e estado emocional. Pensamentos são como pequenas pessoas falando dentro de nós. Essas conversas ocultas determinam o que vamos fazer, que caminho vamos seguir. Nossos pensamentos mudam o tempo todo, e nunca sabemos qual será o nosso próximo pensamento até que ele apareça. Não posso controlar meu próximo pensamento, mas posso controlar o meu pensamento atual. Por isso, escute atentamente o que está falando para você mesmo.
Quando olha para seus objetivos, você diz que eles são grandes demais ou pequenos demais?
Quantas vezes você já disse que sonhos são bobagens?
Quantas vezes você já disse que não pode?
Não diga que não pode
Diga que não quer. O ser humano é capaz de realizar qualquer coisa, desde que acredite e se comprometa. Há uma fase famosa de Henry Ford sobre isso: “Se você disser que pode, você está certo. Se disser que não pode, você também está certo.”
Não estamos falando aqui de coisas absurdas, como mergulhar e explorar as profundezas do oceano sem treino e sem equipamento. Estamos falando de objetivos reais, como concluir um mestrado, comprar a casa dos seus sonhos, conseguir formar seus filhos na faculdade, conquistar um novo emprego ou ser promovido no seu emprego atual.
Nossos pensamentos orientam nossas ações e nossos estados emocionais.”Nossos pensamentos orientam nossas ações e nossos estados emocionais.” Quando pensamos o quanto somos abençoados, o quanto a vida é bela, e o quanto somos privilegiados, entramos num estado de graça emocional. Temos mais disposição, nos tornamos mais alegres, mais fortes e mais felizes. Mas quando dizemos que a vida é dura, que as coisas estão difíceis, e quando vemos os desafios como grandes problemas, como barreiras difíceis de superar, ficamos tristes, enfraquecidos, nos sentido como vítimas, pobres criaturas, abandonadas à própria sorte, sem controle do nosso destino.
Crie o hábito de fazer pelo menos uma ação diária em direção aos seus objetivos. Nosso corpo, nosso cérebro e nossa mente são condicionados pelos nossos pensamentos e nossas ações. O condicionamento é uma coisa incrível, quando nos condicionamos a fazer tudo que precisa ser feito. É, porém, um inimigo implacável, quando nos deixamos levar pela correnteza da vida, quando cantamos a música do Zeca Pagodinho: “Deixa a vida me levar, vida leva eu”.
Portanto, não fique aí parado. Estabelecido o objetivo, faça o seu plano de ação e comece a agir imediatamente, acredite em você mesmo, acredite na vida e nas pessoas, parta para a ação, seja persistente. Observe o curso do caminho e vá fazendo os ajustes de percurso quando estiver se afastando do destino. Você se surpreenderá com os resultados.
Artigo de Claudio Domingos – Consultor em desenvolvimento de pessoas e formação de líderes e especialista em aprendizagem acelerativa.
Publicado por: Beleza Sustentável ® em: 18 18UTC janeiro 18UTC 2010
Gênios como Einstein também são conhecidos por sua criatividade e produtividade e, às vezes, por seu comportamento espirituoso
Há uma grande diferença entre ser realmente inteligente e ser um gênio. Enquanto os gênios tendem a ser excepcionalmente inteligentes, eles também usam a imaginação e a criatividade para inventar, descobrir ou criar algo novo em seu campo de interesse. Eles inovam em vez de simplesmente lembrar ou reproduzir informações existentes.
Normalmente os gênios não trabalham sozinhos. Quase todos eles analisam o trabalho de outras mentes inteligentes e usam essas informações para fazer novas descobertas. Por outro lado, os gênios autodidatas com freqüência exploram informações de formas inesperadas ou inventivas, em parte por causa de sua falta de treinamento formal. Seja qual for o caso, a capacidade de imaginar novas possibilidades é tão importante quanto a inteligência geral.
Como a inteligência, a criatividade e a imaginação podem ser difíceis de isolar, quantificar ou explicar. Alguns pesquisadores acreditam que as pessoas criativas têm uma inibição latente menor do que as outras. A inibição latente é a capacidade inconsciente de ignorar estímulos sem importância. Os pesquisadores defendem que as pessoas criativas ou recebem mais estímulos do mundo em seu redor ou os ignoram menos. Isso também pode explicar por que as pessoas criativas parecem ser mais propensas às doenças mentais. As pessoas que são incapazes de filtrar estímulos e são instáveis emocionalmente tendem mais à psicose.
A criatividade também parece ter algumas características em comum com o transtorno bipolar. Durante um episódio de mania, uma pessoa com transtorno bipolar passa por aumentos de energia, que é a capacidade de se concentrar e a motivação. O transtorno bipolar é mais comum entre os escritores e artistas do que na população geral, mas os cientistas não descobriram uma relação de causa e efeito entre os dois.
Síndrome de Savant
As pessoas com a síndrome de Savant em geral são descritas como gênios. A síndrome de Savant é uma condição rara que normalmente afeta as pessoas que são autistas ou têm problemas de desenvolvimento. As pessoas que sofrem com essa síndrome têm um desempenho espetacular em uma tarefa ou habilidade determinada. O filme “Rain Man”, de 1988, retratou um homem com essa síndrome. Saiba mais sobre a síndrome no site (em inglês) da síndrome de Savant da Sociedade Médica de Wisconsin.
A criatividade dos gênios também se relaciona com a produtividade e o trabalho árduo. Às vezes, os exemplos mais contundentes de gênios envolvem pessoas que produzem seu melhor trabalho em uma idade muito tenra. Nem todo gênio, entretanto, produz um trabalho excepcional no início da vida, como fizeram Einstein e Mozart. Às vezes, como Ludwig von Beethoven, eles realizam seu melhor trabalho quando estão mais velhos.
O pesquisador David Galenson afirma que o motivo para isso é que existem dois tipos principais de pessoas criativas:
Inovadores conceituais pensam rápido, de forma intensa e realizam seu melhor trabalho quando jovens;
Inovadores experimentais aprendem com a tentativa e erro. Realizam seu melhor trabalho depois de uma longa experimentação.
Os críticos afirmam que as teorias de Galenson avaliam as pessoas que produzem um trabalho excepcional ao longo da vida. Sua última pesquisa sugere que a criatividade pode ser expressa como um contínuo. Em vez de serem experimentais ou concentuais, as pessoas podem ser principalmente de um tipo ou outro, ou ainda podem estar no meio-termo.
Talvez nunca saibamos precisamente de onde vem a criatividade, por que algumas pessoas usam sua criatividade mais do que as outras ou por que algumas pessoas são mais criativas durante períodos específicos em suas vidas. Pode ser que nunca saibamos como uma pessoa que possui o equilíbrio certo de capacidade cerebral, inteligência e criatividade se torna um gênio. É óbvio, porém, que os gênios são vitais para os avanços na ciência, na tecnologia e na compreensão. Sem os gênios, nossa compreensão da matemática, literatura e música seria completamente diferente. Os conceitos aos quais hoje não damos importância, como a gravidade, as órbitas dos planetas e os buracos negros, poderiam não ter sido descobertos ainda.
Publicado por: Beleza Sustentável ® em: 17 17UTC janeiro 17UTC 2010
Não é só na ficção que Rafaela Fisher, intérprete da Raquel de Viver a Vida, teve contato com a anorexia. A atriz já sofreu com a doença de Renata, papel de Bárbara Paz, amiga de sua personagem. “Não tenho nenhum problema para lidar com esse tema no trabalho. Foi muito difícil na época, mas, hoje em dia, não sofro com isso”, diz.
Tanto não se incomoda, que Rafaela já planeja dar continuidade ao tema: a atriz quer dirigir um documentário sobre anorexia. “Quando acabar a novela, já pretendo visitar clínicas que tratam desse problema. Quero mostrar como isso acontece cada vez mais cedo entre as meninas.”
Fonte da matéria: Portal Terra
Este tema será abordado no evento Beleza Sustentável 2010 – www.belezasustentavel.com.br
Nos blogs qua falam do assunto encontramos este seguinte poema
” Porque eu quero ser linda
Porque quero que todos sintam inveja de mim
Porque eu vou ter muita confianca.
Porque vou ficar bem em qualquer roupa
Porque eu no vou ter inveja de ninguem
Porque estou cansada deste circulo vicioso de comida
Porque eu nao consegui ainda
Porque estou entediada
Porque quero ser melhor
Porque eu nao quero ser gorda
Porque ser gordo e horroroso
Porque eu nao me sinto confortavel na minha propria pele
Porque eu vou ser
Porque e so nisso que eu penso
Porque eu vim ate aqui
Porque estou cansada de esperar
Porque quero que meu namorado tenha a garota perfeita
e eu quero que ela seja eu
Porque eu sou mais forte que comida
Porque comida me faz fisicamente invalida
Porque Deus me deu a forca de vontade
Porque comida e igual a Crack
Porque eu tenho que quebrar o vicio
Porque eu vou me odiar se eu nao o fizer
Porque eu choro toda noite com nojo de mim mesma
Porque eu tenho medo de subir na balanca
Porque a gloria vai ser minha
Porque eu posso ser perfeita, mas eu preciso ser forte
Por causa do ontem
Por causa do amanha
Porque todo mundo pensa que eu nao posso consegui-lo
Porque ningum me leva a serio
Porque isso me faz feliz
Porque amanha nunca chega
Porque eu vou provar que posso conseguir
Porque eu sempre quis isso
Porque eu posso fazer isso! “
Texto extraído da “Anorexic Nation in Brazil” e
encontrado na maioria dos sites e blogs que tratam do assunto.
Publicado por: Beleza Sustentável ® em: 16 16UTC janeiro 16UTC 2010
Não tem como conhecer a jornalista ambiental Beth Fernandes, e não ser uma fã ardorosa do seu talento,
competência e da sua missão na área do jornalismo ambiental.
Uma das mulheres pioneiras nessa área no Brasil, Beth é daquelas pessoas com uma luz especial.
Ao recebermos seu e-mail, não tivemos como nos conter… e publicamos na rede :
Beth, somos suas fãs.
Depoimento de Beth Fernandes :
“Poucas vezes, até por vício profissional, fiquei tão triste com uma notícia.
A morte de Zilda Arns, em plena função humanitária, trabalhando pelas
crianças miseráveis de um Haiti também miserável, causou em mim uma
tristeza profunda. Daquelas quando se perde um ente querido e muito
próximo.
Talvez pela figura da mulher septuagenária, muito distante da vozinha
tricoteira, mas curiosamente familiar. Ou, quem sabe, por seu uma figura
que faz ter fé na Humanidade.
Só sei que o Brasil – tão castigado por figuras que não apenas são
dispensáveis, mas execráveis – fica muito mais pobre.
Quebrei a regra do jornalismo, chorei! “
Beth Fernandes
Publicado por: Beleza Sustentável ® em: 15 15UTC janeiro 15UTC 2010
Beleza sustentável é aquela maneira de se expressar na vida, na família e no trabalho, de forma a deixar satisfeita e realizada a própria pessoa acima de tudo e os demais por consequência. Beleza sustentável é aquela que pode e deve ser cultivada independentemente da cosmética e das plásticas, as quais podem atuar como coadjuvantes, mas jamais como solução mágica. Beleza sustentável é aquela que resiste ao longo dos anos, seja qual for a idade da pessoa e sempre arranca exclamações de admiração.
Esse conceito de beleza pode ser aprendido e incorporado na sua maneira de ser, atuar e influenciar o seu universo de atuação (cônjuge, familiares, amigos, colegas de trabalho, de faculdade ou de esporte, inclusive os desconhecidos com os quais cada um de nós cruza diariamente).
Trata-se de uma beleza interior que extrapola os limites internos e extravasa para o corpo, produzindo nele o reflexo exterior. Não se trata de um padrão estereotipado de beleza hollywoodiana e sim da beleza verdadeira, portanto, sustentável, aquela que pode ser mantida por anos ou décadas. Você, certamente, já passou pela experiência de se sentir a pessoa mais linda do mundo, arrebatadoramente bela, só por ter sido alvo de uma conquista, de um elogio proveniente da pessoa certa ou por ter tido o seu valor reconhecido. Ora, nenhuma dessas coisas constitui um fator físico e, no entanto, seus amigos e familiares notaram e comentaram que você estava exuberante. O que é isso, senão a felicidade e a auto-estima que faz desta pessoa um ente especial?
Dentro do conceito de desenvolvimento integral do ser humano que desenvolvi nestes cinquenta anos de profissão que comemoro em 2010, estruturei conceitos e técnicas que aprimoram a mente, o emocional, o corpo e todos os demais elementos que nos constituem. Com o objetivo de preservar a sua própria sustentabilidade, a importância da beleza interior é fundamental para a química que amalgama a beleza física, a beleza espiritual, a beleza financeira, a beleza emocional e qualquer outra.
A beleza mental é a reprogramação através da qual a pessoa gera arquétipos, ou moldes mentais, para quando as circunstâncias normais da vida ocorrer, como de fato ocorrem diariamente. Por vezes, é um tom de voz; outras vezes é uma fisionomia; e outras, é uma determinada palavra que pode desencadear um estado de hostilidade por parte do cônjuge, do amigo ou do colega de trabalho. Contudo, se você já possui o arquétipo ou molde mental sobre como administrar conflitos, você se converte em uma pessoa linda, que todos admirarão.
Hoje, as empresas podem trabalhar o conceito de beleza mental dentro da concepção geral de Beleza Sustentável, para que os seus funcionários tenham mais motivação e desempenho.
Precisamos reconhecer que o surgimento de uma hostilidade em uma relação afetiva pode deteriorar o afeto e comprometer o relacionamento, às vezes, definitivamente. Da mesma forma, um estado de hostilidade entre colegas de trabalho compromete seguramente o bom ambiente profissional e deteriora a produtividade. Pessoas felizes produzem mais e melhor. Pessoas felizes vivem mais e com melhor qualidade de vida, que constitui uma das especialidades do Método DeRose.
A mensagem mais importante para quem nunca se preocupou com a beleza mental é: todos os dias novas fornadas de concorrentes estão sendo lançadas no mercado de trabalho, assim como no “mercado”, se assim podemos dizer, da concorrência afetiva. É urgente que cada pessoa se preocupe com a sua atualização e auto-superação constante. Ao longo da minha vida observei que as mulheres que conseguiam tudo o que queriam – fosse no âmbito profissional, fosse no afetivo – não eram as esculturais. Eram as que possuíam beleza interior. Elas cativavam, conquistavam e seduziam pelo olhar, que expressa o que cada um tem de verdadeiro dentro de si.
De Rose é um dos palestrantes que estará no Beleza Sustentável 2010, que acontece nos dias 10 e 11 de Março de 2010, em São Paulo, no HSBC BRASIL.
Inscrições comercializadas por meio do Ingresso Rapido.
Equipe de redação Beleza Sustentável.
Publicado por: Beleza Sustentável ® em: 13 13UTC janeiro 13UTC 2010
Analisando a foto a gente consegue entender mesmo que a vida começa aos 40 anos.
Agora uma rápida reflexão.
Olhando para trás, percebemos que vivemos várias vidas até atingirmos essa idade.
Caminhando por vias tortuosas, caindo e se reerguendo, é sempre um começar de novo. Seguimos trajetórias que acreditamos serem definitivas. Mas quando chegamos aos 40 percebemos que é o momento de fazermos uma análise entender e rever as perdas, os desapontamentos para seguir adiante na busca da nossa satisfação pessoal.
O segredo é parar para pensar nos conflitos e dizer a si mesmo, o que gostaria de fazer que ainda não fiz?
Aquele curso que sempre desejou fazer e que sempre fica para depois. Ou mesmo se questionar:
estou seguindo na vida com minha verdadeira vocação? Esse é a minha verdadeira habilidade ?
Ou estou fazendo de conta e realizando o que as pessoas esperam que eu faça.
Essa resposta só você pode saber.
Existem pessoas que parecem ter nascido com um caminho totalmente delineado a seguir. Tudo parece estar pronto aos seus pés, da melhor forma possível e no tempo certo. Outras, como eu, como você, meio sem saber exatamente como conseguiu chegar até agora onde está, vai tentando fazer o melhor, tentando acertar em direção ao nosso próprio destino.
Errar é inevitável na busca da nossa autenticidade. Os tropeços são os ensinamentos que abrem nossos olhos para um novo horizonte. Por isso, é importante estar atento aos sinais que a vida nos dá. O universo está sempre a nosso favor, através das nossas intuições, indicando o melhor caminho a seguir.
Quantas vezes uma decisão aparentemente sem importância muda o rumo de nossas vidas? É como se houvessem forças invisíveis nos encaminhando rumo ao nosso destino. Algo que nunca tínhamos pensando, que quando acontece, nos dá uma sensação de plenitude e realização. É quando nos damos conta de como estávamos nos desviando do nosso Eu verdadeiro.
Isso chama-se autenticidade.
Reflita !
Agora, voltando às celebridades da foto, se depender da listinha preparada pelo site da revista norte-americana “People”, a máxima está mais do que certa.
É que eles escolheram uma turma de mulheres famosas que já estão na casa dos 40 anos e que nunca estiveram tão jovens e bonitas quanto agora.
| Fotos de Jennifer Aniston, de 40 anos; Sandra Bullock, de 45; Courteney Cox, de 45; Julia Roberts, de 42; Nicole Kidman, de 42; Julianne Moore, de 49, e Halle Berry, de 43. |
Fotos e parte do texto coletadas do site Glamurama com adaptação do texto realizada pela equipe de redação do Evento Beleza Sustentável.
Publicado por: Beleza Sustentável ® em: 13 13UTC janeiro 13UTC 2010
Segundo a coluna da jornalista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a top Luciana (Alinne Moraes), que está em uma cadeira de rodas após um acidente de ônibus, começará a sentir falta dos tempos de modelo e será convencida por sua mãe Tereza (Lília Cabral) a posar para fotos no estúdio de Ingrid (Natália do Vale).
Luciana sente saudades do tempo no qual podia posar como top model
No folhetim de Manoel Carlos, Tereza vai incentivar esta e outras atitudes positivas da filha e continuará sendo uma figura de muita importância na vida da moça, mesmo depois que ela decidir se mudar para a casa do pai Marcos (José Mayer), onde terá de conviver diretamente com sua madrasta Helena (Taís Araújo).
Constatamos algumas opiniões na coluna da jornalista sobre o ensaio fotográfico que Luciana (Alinne Moraes) fará na cadeira de rodas, em “Viver a vida”, e trazemos aqui alguns comentários :
P. E. P. R. – Se os telespectadores tivessem a mais básica consciência do quanto o autor Manoel Carlos está a fazer um serviço de esclarecimento a uma parcela da população usando de modo muitas vezes penoso, mas nem por isso falso, porém com momentos de puro idílio, para abordar proficuamente acerca daqueles que por algum motivo possuem limitações físicas, pensariam de forma diversa e teriam boa vontade. E posso ainda ir mais longe, ao dizer que a novela “Viver a Vida” poderá sensibilizar as autoridades do país, empresários como um todo e condôminos de prédios a adaptarem tudo o que for possível para tornar mais digna a vida desses cidadãos brasileiros. E quanto a Luciana voltar a ser modelo no seu estado, isto poderá em primeiro instante causar-lhe rejeição, mas com a continuidade ela perceberá como continua linda. Não estou falando em momento algum que o que a filha de Tereza (Lília Cabral) vive é fácil de suportar. Não, deve ser demasiado dificultoso, provocando-lhe prejuízos psicológicos importantes.
Obrigado a todos.
L. P. – Concordo com você. Infelizmente, a maioria dos lugares não tem as adaptações necessárias aos cadeirantes. Eu tenho uma filha pequena e vejo as dificuldades de empurrar o carrinho nas calçadas esburacadas de nossa cidade. Nestas ocasiões sempre penso naqueles que usam cadeiras de rodas.
E. A do N. – É muito importante mostrar que a vida continua e que os obstáculos existem para serem superados. Quem sabe, os preconceitos contra os portadores de necessidades especiais possam ser derrubados aos poucos. Alinne Moraes e Lília Cabral vivem lindas cenas de amor entre mãe e filha.
P. C. – Não vejo o senhor Manoel Carlos mostrar realmente as dificuldades dos cadeirantes, pois a personagem Luciana possui todo um aparato profissional para auxiliá-la em sua recuperação. Mora na Zona Sul onde as condiçoes de deslocamento são melhores que a do resto da cidade! Será que se ela fosse pobre e morasse no subúrbio e precisasse de hospital público seria tão sorridente e feliz? Os menos favorecidos financeiramente é que realmente sofrem com esta situaçao, pois tudo deles é mais difícil pois dependem de poucas instituiçoes boas e gratuitas e para marcar consultas escutam: só daqui a 30 dias!
H. R. – Alinne está sensacional. Maravilhosa. Como já disseram aqui, Aline, Tereza e Solano são os melhores na novela. Mesmo o autor escrevendo tudo sem sentido, poucos atores dão o tom certo para que seus personagens continuem retendo o público em audiência. Os três personagens ontem subindo o morro para uma visita estavam ridículos; só gringo gosta de subir os morros aqui do Rio.
Matérias do Portal Terra e Jornal O Globo.
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